Nem é bom ser unanimidade Comodidade é arque inimiga da evolução Que é o que eu prezo e carrego como prioridade Pra que tenha validade minha contribuição Eu busco evolução sem perder a essência Coerência no que eu faço do começa ao fim Eu penso que vim pra fazer a diferença na ciência, na fluência que é parte de mim É parte de mim, do meu show, do meu ser, do meu jeito de fazer o que eu chamo de arte Eu falo de mim, do que eu sou, do que eu vejo, o que penso e desejo, pra fazer minha parte
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Pastel na feira depois da Lapa ...
A rua é nóis - Emicida & Lenda A noite eu não busco pilha Eu deixo a Lua brilhar Sigo sem rumo, sem rota Deixo o momento levar
"A história de Fred Hampton Jr começa bem antes dele nascer. Em 4 de dezembro de 1969, seu pai fora assassinado, deixando sua mãe, Akua Njeri (Debora Johnson), nos meses finais de sua gravidez. Enquanto ainda em gestação, uma importante parte da vida de Fred Hampton Jr já havia sido tirada: seu pai. Aos 20 anos, entretanto, Jr. já se destacava nos mesmos círculos políticos, tornando-se presidente do Movimento Nacional Democrático Uhuru (NPDUM) e lutando em prol dos direitos negros nos EUA. Por seu ativismo, em março de 1992, Jr. foi perseguido pela Polícia e indiciado por assassinato e assalto à mão armada, dos quais foi logo mais inocentado. Hampton Jr. passou quase nove anos preso, ates de ser libertado em 14 de setembro de 2001. De lá pra cá, tem intensificado seu ativismo, presidindo, atualmente, o Comitê Prisioneiros de Consciência (P.O.C.C), o qual ele fundou ainda na cadeia. “A presença de Fred Hampton Jr. no Rio de Janeiro no novembro negro é uma demonstração de solidariedade pan-africanista. E de que a luta por justiça é de todos os africanos na diáspora independente de nacionalidade, credo religioso ou diferenças filosóficas"
"...Em Mangueira Quando morre Um poeta Todos choram
Vivo tranqüilo em Mangueira porque Sei que alguém há de chorar quando eu morrer
Mas o pranto em Mangueira É tão diferente É um pranto sem lenço Que alegra a gente
Hei de ter um alguém pra chorar por mim Através de um pandeiro ou de um tamborim
Todo tempo que eu viver só me fascina você, Mangueira Guerriei na juventude, fiz por você o que pude, Mangueira Continuam nossas lutas, podam-se os galhos, colhem-se as frutas e outra vez se semeia e no fim desse labor, surge outro compositor, com o mesmo sangue na veia..."