segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Parte de mim ...

























★ 24/01/2008
Três anos de Dread




Parte de mim - Kamau


Nem é bom ser unanimidade
Comodidade é arque inimiga da evolução
Que é o que eu prezo e carrego como prioridade
Pra que tenha validade minha contribuição
Eu busco evolução sem perder a essência
Coerência no que eu faço do começa ao fim
Eu penso que vim pra fazer a diferença na ciência, na fluência que é parte de mim
É parte de mim, do meu show, do meu ser, do meu jeito de fazer o que eu chamo de arte
Eu falo de mim, do que eu sou, do que eu vejo, o que penso e desejo, pra fazer minha parte

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Pastel na feira depois da Lapa ...























A rua é nóis - Emicida & Lenda

A noite eu não busco pilha
Eu deixo a Lua brilhar
Sigo sem rumo, sem rota
Deixo o momento levar

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Dezarie



Fundição Progresso
15/12/07


P E R F E I T O





Don´t Cry - Dezarie

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Eu & Hampton



=D
=
D
=D

Legado

"A história de Fred Hampton Jr começa bem antes dele nascer. Em 4 de dezembro de 1969, seu pai fora assassinado, deixando sua mãe, Akua Njeri (Debora Johnson), nos meses finais de sua gravidez. Enquanto ainda em gestação, uma importante parte da vida de Fred Hampton Jr já havia sido tirada: seu pai. Aos 20 anos, entretanto, Jr. já se destacava nos mesmos círculos políticos, tornando-se presidente do Movimento Nacional Democrático Uhuru (NPDUM) e lutando em prol dos direitos negros nos EUA. Por seu ativismo, em março de 1992, Jr. foi perseguido pela Polícia e indiciado por assassinato e assalto à mão armada, dos quais foi logo mais inocentado. Hampton Jr. passou quase nove anos preso, ates de ser libertado em 14 de setembro de 2001. De lá pra cá, tem intensificado seu ativismo, presidindo, atualmente, o Comitê Prisioneiros de Consciência (P.O.C.C), o qual ele fundou ainda na cadeia. “A presença de Fred Hampton Jr. no Rio de Janeiro no novembro negro é uma demonstração de solidariedade pan-africanista. E de que a luta por justiça é de todos os africanos na diáspora independente de nacionalidade, credo religioso ou diferenças filosóficas"

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Cartola



















★ 11/10/1908
— 30/11/1980

No tom da Mangueira

"...Em Mangueira
Quando morre
Um poeta
Todos choram

Vivo tranqüilo em Mangueira porque
Sei que alguém há de chorar quando eu morrer

Mas o pranto em Mangueira
É tão diferente
É um pranto sem lenço
Que alegra a gente

Hei de ter um alguém pra chorar por mim
Através de um pandeiro ou de um tamborim

Todo tempo que eu viver
só me fascina você,
Mangueira
Guerriei na juventude, fiz por você o que pude,
Mangueira
Continuam nossas lutas, podam-se os galhos, colhem-se as frutas e outra vez se semeia
e no fim desse labor, surge outro compositor, com o mesmo sangue na veia..."